Amor à vida... O que é para ser sagrado? O que foi feito para, de fato, ser valorizado? O que é de graça tem valor... Ou somente não tem preço? O natural é o fundamental para a sobrevivência harmônica do ser humano, mas cada vez mais nos encontramos vivendo algo que, se repensado ou refletido, tem pouco porquê de ser.
A cada dia temos nos perdido mais e mais nos sentidos dados pelas nossas mãos, por vezes, criadoras de catástrofes. É mais importante o maior dos cargos do que o afago carinhoso da criança(?). É mais importante o carro importado do que uma bela caminhada na natureza(?). É mais importante o presidente da República do que o mendigo(?).
Será que nossos valores estão distorcidos porque, ao abandonarmos a ideia da importância do natural, nos prendemos a cargos, objetos e leis estabelecidas pelo humano e não pelo divino?
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